Cientistas começam a entender quando e como varíola dos macacos se espalha

Rodrigo Hilario
Rodrigo Hilario

Acredita-se, por exemplo, que mulheres tenham sido infectadas por exposição em seus empregos ou casas

Assim como nos homens, o contato sexual foi a fonte mais provável de infecção entre as mulheres transgênero, respondendo por 89% dos casos, de acordo com a série de casos publicada na última quinta-feira (17) na revista Lancet. Mas entre mulheres cisgênero e indivíduos não-binários que foram designados como mulheres no nascimento, apenas 61% dos casos podem estar conectados ao contato sexual.

Após vários meses de aumento rápido do número de casos, o surto de varíola dos macacos nos Estados Unidos diminuiu, em parte graças a uma campanha de vacinação e mudanças no comportamento de muitos indivíduos de alto risco. Desde maio, houve pouco mais de 29 mil casos nos Estados Unidos, mas apenas cerca de mil casos foram diagnosticados no mês passado.

E no mês passado a Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido publicou um estudo sugerindo que aproximadamente entre 40% e 60% da transmissão da varíola dos macacos podem ocorrer antes que as pessoas infectadas desenvolvam sintomas.

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