Quanto mais usuários de PrEP, menos casos de HIV+

Guilherme
Guilherme

No início da década passada, quando o mundo começou a conhecer mais sobre a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP), pela primeira vez desde o início dessa epidemia foi possível cultivar a esperança de chegarmos a um controle dos novos casos dessa infecção.

Naquela época, essa era uma esperança teórica, forjada em modelagens matemáticas.

Elas apontavam que, unindo forças com os demais métodos de prevenção existentes, tais como o uso do preservativo, a testagem periódica do HIV e o tratamento antirretroviral de indivíduos diagnosticados, a PrEP poderia mudar a trajetória da epidemia e fazer pela primeira vez com que o número de novos casos parasse de aumentar e começasse a cair.

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