Dia de combate ao trabalho infantil, a pior versão de escravidão contemporânea

Rodrigo Hilario
Rodrigo Hilario

Fruto da ação de criminosos que transformam pessoas em mercadoria de consumo, o trabalho infantil associado à exploração comercial de crianças e adolescentes é considerado a pior forma de trabalho escravo.

O tráfico de crianças e adolescentes para fins de trabalho escravo ainda sobrevive no Brasil. O trabalho infantil também é fruto, portanto, da ação de criminosos que transformam pessoas em mercadorias de consumo. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Libertas, o Brasil ocupa o segundo lugar em um triste ranking: o de exploração sexual de crianças e adolescentes, estando apenas atrás da Tailândia. São 500 mil vítimas.

Os dados mostram que, todos os dias, 320 crianças e adolescentes são explorados sexualmente no Brasil – esse número pode ser ainda maior, no entanto, já que apenas sete em cada 100 casos são denunciados. O estudo ainda esclarece que 75% das vítimas são meninas e, em sua maioria, negras. Elas são vítimas de espancamentos, estupros, estão sujeitas ao vício em álcool e drogas, bem como vulneráveis à Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

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