O Globo: Comunidade LGBTQIA+ usa mais aplicativos de relacionamento do que heterossexuais, revela pesquisa; entenda

Rodrigo Hilario
Rodrigo Hilario

O servidor público Pedro, que tem 56 anos e é homossexual, busca um par há cerca de cinco ou seis anos em aplicativos de relacionamento para pessoas da comunidade LGBTQIA+, como o Grindr e o Hornet. Ele admite que até o momento só teve encontros casuais, porque era o que as pessoas que conheceu virtualmente buscavam, mas ainda não desistiu de ter um relacionamento sério.

Pedro (nome fictício) acha mais fácil usar os aplicativos para conhecer pessoas do que fazer isso pessoalmente, apesar de sentir falta de conversar com quem esbarrou por acaso em um shopping ou café, por exemplo. No entanto, o servidor conta que mesmo nos bares e baladas gays em São Paulo, onde vive, muitas vezes ele olha em volta e as pessoas ao redor estão nos aplicativos, que contam com serviços de geolocalização para mostrar quem está disponível por perto.

O Grindr, aplicativo mais popular entre homens LGBTQIA+, também é tendência entre seus conhecidos.

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