Hepatoaids: “O fim da epidemia de aids no Brasil requer combate urgente às desigualdades sociais”, defende médica Maria Clara Gianna, do Departamento de Aids

Rodrigo Hilario
Rodrigo Hilario

Enfrentamento ao estigma e preconceito contra as pessoas vivendo com HIV/aids, à desigualdade racial, de classe e gênero foram questões amplamente discutidas pela médica sanitarista Maria Clara Gianna na 16º edição do Hepatoaids, que chegou ao fim nesse sábado, em São Paulo.

Depois de mais de 30 anos à frente do Programa Estadual de DST/Aids e do Centro de Referência e Treinamento em IST/Aids de Santa Cruz, atualmente a profissional compõe a equipe do Departamento de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis, do Ministério da Saúde. Coube a convidada representar e dividir os esforços do governo federal para o alcance da meta do Unaids que prevê até 2030 erradicar a aids, a tuberculose, as hepatites virais, a malária, doenças tropicais negligenciadas e outras ISTs (Infecções sexualmente transmissíveis) enquanto ameaças à saúde pública global.

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