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Mais do que um ‘acessório’, gel lubrificante faz parte de prevenção combinada contra ISTs

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Rodrigo Hilario

Na última semana, a compra de gel lubrificante pelo governo da Argentina causou polêmica. No Brasil, item também está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

O gel lubrificante, que recentemente se viu em meio a uma polêmica na Argentina, desempenha um papel importante na estratégia de prevenção combinada contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O Brasil, inclusive, disponibiliza o “acessório” gratuitamente através do Sistema Único de Saúde (SUS).

No país vizinho, foram gastos 500 milhões de pesos argentinos (R$ 15 milhões) na compra do item para um programa chamado “Haceme tuyo” (faça-me seu, em tradução livre do espanhol). Apesar de ter sido criticada por políticos de oposição, a iniciativa faz sentido.

Mais do que um item para aumentar o prazer sexual, o gel lubrificante minimiza o ressecamento e diminui o atrito, ajudando na redução de dor e lesões durante a atividade sexual – que podem ser porta de entrada para a transmissão de doenças.

Sabemos que a camisinha é quem previne contra grande parte das infecções sexualmente transmissíveis, como as bacterianas (sífilis, gonorreia, clamídia), virais (HIV, hepatite BE hepatite C) e diminui, mas não previne totalmente, a transmissão de herpes genital e de HPV.

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