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Interromper tratamento antirretroviral aumenta risco de doenças graves, diz Aidsmap

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Rodrigo Hilario

Um estudo de um hospital especializado em atendimento de pessoas com HIV no Hospital Universitário de Barcelona, na Espanha, pesquisou as interrupções experimentais de tratamento (ATIs) para alcançar uma cura funcional para a infecção por HIV. A pesquisa descobriu que, ao longo dos anos, os pacientes submetidos a ATIs tinham um risco maior de desenvolver doenças graves não relacionadas à aids, como câncer, doença hepática e renal, em comparação a que um grupo de controle de pacientes que nunca interrompeu a terapia antirretroviral (TARV). Leia a matéria completa aqui.